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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Sem sinal

Amor & Sentido

Casa vazia

Jardim das Acácias

À procura de um poema

Relicário

Saudade

As marés da vida

Canteiros 🌷

Frente e Verso

Soneto de Recordação

O inverno chegou!

Poeminha contraditório

Um pouco mais de poesia

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