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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Identidade

Aurea Mediocritas

Ressignificar

Chão

Cosmos

Do fim quimérico das ortodoxias

Fragmentos

Contemporaneidade

Omnia Vincit Amor

Fluxo

Efemeridade

Desejo

Tesouro perdido

Fulvescência

Adolescer

Entrada franca – Acesso restrito

Paixão

A Estrada e o Violeiro

Jornada

A Alberto Caeiro

Declaração

Caminhos

Sentido

Encontro

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