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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Sanidade

A Possuída

Pathos

Poema para quem tem pressa:

Rosas... Violetas... Tão azuis...

Mar de Incertezas

Cicatrizes

Tardança

Roda da Fortuna

Fortuito

Eu e outras quimeras

Ela

Serenidade

Fuga

Frivolidade pequeno-burguesa

Decadência

Burguesia

Evanescente

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