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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Sinestesia

Sobre Contracenar e Contrassensos - Se Drummond vivesse

De cor

“A luz dos olhos teus”

Mutações

O outro

Silêncio

Nada nos dobra mais do que a ação do tempo

A um querido amigo

Agradecimento

Esgotar-se-ia

Carência

melancolia

Palavras ao vento

Confissões de um homem blasé

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