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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Mudam-se os tempos...

Quando penso no tempo que já se passou, percebo o quanto eu era ingênuo e, hoje me olhando no espelho, chego à conclusão que ainda o sou. Feliz o tempo em que eu achava que te amava, hoje não sei nem mais dizer o que é o amor. E, apesar desta minha constatação no espelho, sinto que algo em mim mudou, não sei dizer ao certo quando ocorreu tal mudança, mas isso agora pouco importa. Levo comigo apenas uma certeza: nada será como antes.

“... vida diferente não quer dizer vida pior; é outra coisa. A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta...” (Machado de Assis – Dom Casmurrro – Cap. 2)


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