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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Para sempre vou te amar

No caminho desta vida,
muita gente eu encontrei,
mas só você de fato amei.
Não foi fácil te encontrar,
qual pérola preciosa,
você de mim se escondia.
Eu não pensava que um dia
fosse assim me apaixonar.
***
A primeira vez que te vi
tive a plena certeza
de que a tua beleza
mudaria o meu cantar.
Felizes foram os dias
em tua doce presença,
porém a triste sentença
veio por fim nos separar.
***
Hoje tristes são os dias;
vivo apenas por viver
e tenho um único querer:
outra vez te encontrar.
No fundo do meu coração,
estará sempre guardado
o nosso amor alado:
– Para sempre vou te amar!

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