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Nada nos dobra mais do que a ação do tempo

Tantos gritos em vão, tanto orgulho por nada! Construí em vida um castelo de cartas, carreguei um fardo desnecessário, ambicionei o que não tinha importância alguma, angustiei-me em excesso com coisas banais... Bem, fui o meu próprio algoz, meu pior amigo. Hoje, saúdo o vento, fico grato por qualquer sorriso. – Ah, como é bom vê-lo de novo, sente aqui comigo! Não nego mais as lágrimas, e guardo com gratidão todo o amor que me é oferecido, e quero apenas aquilo que me for possível.

Terno, eterno olhar...

Brasil do amanhã que nunca chega (Paródia)

Relativismo

Oceano das Ilusões

Vida

O Frontispício

A arte necessária

O Outono das Lamentações

O aspecto geracional

Quem mexeu no meu queijo!

Dogmatismo

Uma vela no escuro

Sintonia

A Náusea

Recordações

O Encontro

Abrigo

Volúpia (Estuans interius)

Confronto

Gnosis

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