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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

Mente

Conhecer alguém...

Passione

Marília de si mesma

Ode à Solidão

Depuração

Amada, Amante – Amaro Amor

Fênix

Ser

Abismo

As batalhas napoleônicas do dia a dia

Norte

Em busca do tempo perdido

Hiato

O que queremos?

O Homem Sem Convicções

Normalissimamente

Valparaíso

Dualismos

Caixa de Pandora

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