Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Estações

Ouço Roupa Nova e fico adocicado da cabeça aos pés!
Lembro, então, de um fio de cabelo comprido;
sei que você não está mais aqui,
sei também que não consigo esquecer aquele dia, aquele adeus.
Antiquado que sou,
mexo outra vez no dial.
“The time of my life”
Eu nunca dançarei novamente... (Será mesmo!?)
“She's like the wind"
Como é difícil conseguir uma boa sintonia hoje em dia!
“Everybody hurts”
Desligo o rádio. 


Comentários

Compartilhe:

Sugestões para você

Carregando…