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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Brilho distante...

A estrada de tijolos amarelos aos meus pés se transformou em uma trilha tortuosa de vidro moído. Os castelos do passado já desmoronaram, todos. Não há ponto de retorno, apenas a seta implacável e indiferente do porvir. Um olhar frio, sem esperanças, em um mundo totalmente outro. De certo, não foi o mundo que mudou, mas a visão daquele que o vê agora. Aquela antiga canção que me extasiava, que me fazia dançar, hoje já não faz mais o menor sentido. A comida já não tem o mesmo sabor. Não há mais nada a se dizer. A alegria imprudente da juventude é agora algo distante. Quase tudo perdeu o encanto que tinha outrora, quase tudo.


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