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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

A vida como ela é

Nunca é tarde demais para se decepcionar. Quando menos se espera, algo acontece, mostrando-nos que a cautela e a desconfiança são sempre boas companheiras. Quem muito espera, muito se frustra. Por mais que planejemos tudo nos mínimos detalhes, não há como escapar de certos percalços; a imprevisibilidade da vida é uma eterna constante. Por isso, sossegue o facho! Respire fundo. Sim, somos seres limitados e finitos. Sim, a vida quase nunca acontece da forma como nós gostaríamos. Não há como alterar tais realidades. Tente apenas fazer o melhor que você pode hoje, esteja sempre presente para as pessoas que você ama, viva da melhor forma possível, sem ressentimentos, sem olhar muito para o passado. Atingir um bom nível de tranquilidade de espírito não é uma tarefa fácil, mas uma coisa é certa: só depende de você. 


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