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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Aprendendo a viver:

- Aproveite o tempo que você tem disponível;
- Pare de fugir de si mesmo;
- Busque se autoconhecer, porém não faça disso a sua única missão na vida;
- Tente olhar para as coisas boas ao seu redor;
- Ame, ame intensamente;
- Diga sempre aquilo que sente, mas nunca magoe alguém deliberadamente;
- Cultive boas amizades;
- Tenha uma alimentação equilibrada e faça exercícios;
- Leia mais, leia sobre tudo;
- Mantenha a calma;
- Faça algo novo;
- Ouse.


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