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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Paz interior

É preciso brilhar intensamente,
viver com os pés fincados no aqui e no agora;
é preciso voar acima das mesquinharias,
prezar por aquilo que de fato importa;
é preciso, como diria o poeta, ter um longo amor,
mesmo que seja para tão curta vida.

É preciso tanta coisa,
sobretudo paz interior.

É muito bom estar sempre certo,
ser o mais inteligente,
o mais perspicaz,
mas nada disso valerá alguma coisa
se não conseguirmos aquietar o nosso coração.

Nada melhor do que estar de bem consigo mesmo e com as outras pessoas.
A vida passa tão rápido!
Não gastemos, pois, as nossas energias com frivolidades ou maldades.
Amar não custa nada.



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