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Ver demais

Veredas tropicais: palmeiras, samambaias, musgo delicado, esmeraldas e muita selva e seiva entre nós. Ver-te todo dia, ver-te nunca mais. Verdades escondidas, vertentes do querer. Veraneio, praia e sol. Um verdejar tardio: agitação sobre a copa das árvores, chuva intempestiva e o verde dos teus olhos ainda em mim.

Ah, Poetisa!

Ah, Poetisa,
que, com seus versos sinceros,
me arranha a pele
e a vida;
que, com seu olhar,
me desnuda,
me vira do avesso;
que, com seu toque delicado,
com suas carícias,
me faz recomeço.

Por que me faz viver assim:
tão perto de você
e tão longe de mim?

Ah, Poetisa,
cada travessia ao seu lado
é uma descoberta geológica;
cada dia, uma estação;
e cada verso ritmado,
cada gesto de ternura,
um rio caudaloso
que me atravessa
e me arrasta ao mar sem fim
que é você.




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