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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Não é por acaso que beleza rima com tristeza

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

A Princesa e o Plebeu

Rock and roll

Renúncia

Luísa no século XXI

À Florbela Espanca

Vertigo

Os Miseráveis

Se arrependimento matasse...

Letargia

A Insondável Profundidade do Ser

Transfiguração

A nossa vã filosofia

O Simulacro da Vida

O degelo do Tempo

Os bons costumes morreram... de anemia.

Monarca

Liberdade

Lastro

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