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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Ser

Abismo

As batalhas napoleônicas do dia a dia

Norte

Em busca do tempo perdido

Hiato

O que queremos?

O Homem Sem Convicções

Normalissimamente

Valparaíso

Dualismos

Caixa de Pandora

Aparência e Essência

Estranhos na Escuridão

The 80's

Não é por acaso que beleza rima com tristeza

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

A Princesa e o Plebeu

Rock and roll

Renúncia

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