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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

A visceralidade da Vida

Estado de arrefecimento

Sentimento do Mundo

Entropia..

Perdição

Quatro hipócritas e um bar

Dedicatória

Saindo de si mesmo para se reencontrar

Vida e Sentido

Espiritualidade

Horizonte

História

Feliz Ano Novo!

Cinema: a história não contada

Sapere aude (atreva-se a saber)

Pretender

Stand by me - don't let me down!

Contra o consenso

Mentes pequenas num cosmo incomensurável

Pirassununga

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