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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

Chão

Cosmos

Do fim quimérico das ortodoxias

Fragmentos

Contemporaneidade

Omnia Vincit Amor

Fluxo

Efemeridade

Desejo

Tesouro perdido

Fulvescência

Adolescer

Entrada franca – Acesso restrito

Paixão

A Estrada e o Violeiro

Jornada

A Alberto Caeiro

Declaração

Caminhos

Sentido

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