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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

Selvagem até o âmago

guerras secretas

Bossa...

Oblívio

Del Rey

Ciclos

Sem sinal

Amor & Sentido

Casa vazia

Jardim das Acácias

À procura de um poema

Relicário

Saudade

As marés da vida

Canteiros 🌷

Frente e Verso

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