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De cor

Conheço bem a tua decoração, cada fita, vestido ou penduricalho. Conheço de cor o teu sorriso, o jeito como me olhas, a forma como ajeitas as madeixas. Conheço o teu jeito de me repreender, de mostrar que estás zangada. Mas, por mais que tente, só arranho a superfície do que tu és: esfinge amorosa, flor deleitosa, bálsamo, tormenta e orvalho. És arte e música barroca, luz e sombra, harmonia e contraponto, som e fúria. Bem, tu és o que não sei dizer, o que não ouso descrever, aquilo que está para além de minha compreensão. Só sei, ainda que imprecisamente, sobre o que sinto: júbilo e lamento de amor.

Dualismos

Caixa de Pandora

Aparência e Essência

Estranhos na Escuridão

The 80's

Não é por acaso que beleza rima com tristeza

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

A Princesa e o Plebeu

Rock and roll

Renúncia

Luísa no século XXI

À Florbela Espanca

Vertigo

Os Miseráveis

Se arrependimento matasse...

Letargia

A Insondável Profundidade do Ser

Transfiguração

A nossa vã filosofia

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