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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Proposições

Mulheres...

Queremos paz!

Mistério

Ditadura da Felicidade

Libiamo Ne'lieti Calici

Jupiter Optimus Maximus

Pensamentos

A Dor de Existir

Crise

Oceano sem fim

Time After Time

Solidão

Para sempre vou te amar

Mudam-se os tempos...

Nobre Amor

Chuva

Contrastes

Memórias

A Semente do Amor

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