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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

Crescimento

Ócio de Verão

O Fim

Novo Amor (Para o bebezinho mais lindo desse mundo)

Petrichor

Passo a passo

A Busca

Vislumbre

Poesia Indie

Primavera

A Ilusão da Permanência

Força vital

desleixo

Sobre as evanescentes convicções

Imperiosa vontade

Maternidade

Felicidade

Multiverso

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