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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Minimalismo – Simplificar é preciso!

Arraigado querer

Restauração

Crescimento

Ócio de Verão

O Fim

Novo Amor (Para o bebezinho mais lindo desse mundo)

Petrichor

Passo a passo

A Busca

Vislumbre

Poesia Indie

Primavera

A Ilusão da Permanência

Força vital

desleixo

Sobre as evanescentes convicções

Imperiosa vontade

Maternidade

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