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Amor & Sentido

Se eu não amasse tanto a vida, já teria partido sem destino, fincado minha bandeira no solo infértil da amargura, abandonado, de uma vez, toda e qualquer canção de amor. Ah, se eu não amasse, se de tudo eu duvidasse, quão mísera seria a minha existência, quão patéticos seriam os meus dias. Há algo de muito leve, transbordante, no ato de doar-se; sair de si mesmo é como abrir asas e voar, é descobrir o encanto ao redor. Doce pode ser a vida para além dos muros, grades e cercas de arame farpado que, sem perceber, edificamos para nos proteger.

Confissões de um homem blasé

Mentiras que contamos para nós mesmos

Ode à alegria

Dia após dia

Vacuidades e Veleidades

Solitude

Ansiedade

O Grande Colisor da Alma

Alinhavando e tergiversando e seguindo a pulsão...

Portões do Céu

Anjo da Manhã

Farol das Desilusões

Definir, definhar, desaparecer…

Desiderato (Poemeto)

Vacuidade

Quero ser Jean Valjean!

No Jardim de Vênus

Em sonhos...

Balada indelével de um amor que nem a breguice dos meus versos consegue eclipsar

Presciência

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